Sala Paulo Goulart

DIAS PERFEITOS

DiasPerfeitos-siteB-v01 DE 03 de Junho A 30 de Julho de 2017
Romance Original: Raphael Montes
Direção e Adaptação: César Baptista
Elenco: Dani Brescianini, Helio Souto Jr. Arno Afonso, Leonardo Vasconcelos
Assistência de Direção: Diogo Pasquim e Leonardo Vasconcelos
Iluminação: Edson FM
Cenário e Figurinos: Igor Alexandre Martins
Trilha Sonora: César Baptista
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
Instagram: @espetaculodiasperfeitos
Ingressos: R$ 60,00 inteira, R$ 30,00 meia (mediante apresentação de comprovante)
Horários: Sábados e Domingos, 20h
Sala: PAULO GOULART – 304 lugares
Gênero: Suspense
Duração: 115 minutos
Classificação: 14 anos
Sinopse: Após sucesso de público e crítica no Rio de Janeiro, montagem chega a São Paulo para curta temporada. Aos 20 anos, o carioca Raphael Montes impressionou crítica e público com Suicidas, um caudaloso romance policial que lhe garantiu vaga entre os dez finalistas do prêmio São Paulo de Literatura na categoria autor estreante. Em 2016, Suicidas foi adaptado para o teatro, resultando em Roleta Russa, que rendeu a César Baptista o prêmio de melhor diretor do Qualidade Brasil. Nesse suspense, Téo, um jovem e solitário estudante de medicina que divide seu tempo entre cuidar da mãe paraplégica e dissecar cadáveres nas aulas de anatomia, conhece Clarice, uma jovem de espírito livre que sonha tornar-se roteirista de cinema. Téo fica viciado em Clarice: quer desvendar aquela menina diferente de todas que conheceu. Começa, então, a se aproximar de forma insistente. Diante das seguidas negativas, opta por uma atitude extrema. Passando por cenários oníricos, que incluem um chalé em Teresópolis e uma praia deserta em Ilha Grande, o casal estabelece uma rotina insólita, repleta de tortura psicológica e sordidez. Dias Perfeitos tem clima sombrio e claustrofóbico, personagens em tensão permanente e diálogos afiados. Angustiante e repleto de reviravoltas, a montagem é uma história de amor obsessivo e paranoico que consolida Raphael Montes como uma das mais gratas surpresas da literatura brasileira.

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DZI CROQUETTES

 

Dzi novo DE 09 de Junho a 28 de Julho de 2017.

Concepção, Texto e Direção Geral: Ciro Barcelos
Elenco: Ciro Barcelos, Julio Oliveira, Paulo Victor Gandra, Rogério Nóbrega, Dante Paccola, Filipe Azeredo, William Monteiro, Vittor Fernando e Leandro Naiss. Participação Especial de Gabriel Conrad (Cisne).
Assistente de Direção: Radha Barcelos
Direção Musical: Demetrio Gil
Trilha Sonora: Demetrio Gil e Flavio de Lira
Coreografia: Ciro Barcelos e Lennie Dale
Percussão: Vitor de Toledo
Coreografia: Ciro Barcelos e Lennie Dale
Ensaiador de coreografia: Rodolfo Goulart
Figurinos e Adereços: Claudio Tovar
Cenografia: Pedro Valério
Preparação Vocal: Bruno Santos
Estamparia Capas Borboletas: Victor Dzenk
Coreógrafos convidados: Eliane Carvalho (Flamenco)
Figurino do Yê Mele: Ciro Barcelos
Ingressos: R$ 80,00 inteira, R$ 40,00 meia (mediante apresentação de comprovante)
Horários: sextas 21h30
Sala: Paulo Goulart – 304 lugares
Gênero: Teatro Musical Brasileiro
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos
Sinopse: O espetáculo Dzi Croquettes marca o início das comemorações de 45 anos de história teatral e de vida conjunta do grupo que serviu de modelo para toda uma geração de artistas. O grupo coreografado e dirigido por Ciro Barcelos (integrante da formação original dos Dzi Croquettes), preserva a ideia do Teatro Musical Brasileiro, com aproximação ao chamado teatro de revista e distanciamento do estilo contemporâneo dos musicais assinados pela Broadway. Composto por uma nova geração de atores, cantores e bailarinos, a montagem prioriza suas características originais, como a irreverência que exalta a fuga do costumeiro, seguindo firme na crítica à tirania do habitual e à redução do indivíduo ao nível da ignorância e do preconceito, evidências vistas no cotidiano atual. Um espetáculo que reflete a realidade social, política e existencial dos tempos modernos. Conta com parte da trilha sonora original, sendo acrescidas algumas canções contemporâneas, como Ira, Titãs e Mamonas Assassinas, além de estilos como o rap e o eletrônico. Além de Ciro Barcelos, o elenco – inteiramente masculino -demonstra técnico desempenho teatral e vigor físico em atuações masculinas e femininas, tento como principal ingrediente o humor.
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BRUTA FLOR

Captura de Tela 2017-05-05 às 17.01.52 DE 31 de MAIO a 29 de JUNHO de 2017.
Texto: Vitor de Oliveira e Carlos Fernando de Barros
Elenco: Fabio Rhoden, Walkiria Ribeiro, Pedro Lemos e Erika Farias
Direção: Marcio Rosario
Cenografia: Maureen Miranda e Reinaldo Patrício.
Figurinos: Maureen Miranda e Rogério Almeida
Cenotécnico: Reinaldo Patrício
Trilha Incidental: Cida Moreira
Efeitos Sonoros: Pedro Lemos
Desenho de Luz: Guilherme Orro e Marcio Rosario
Operação de Luz: Gabriel Greghi
Operador de Som: Jamile Godoy
Expressão Corporal: Rodrigo Eloi Leão
Preparação Vocal: Marcello Boffat
Fotografia: Ronaldo Gutierrez.
Maquiagem e Cabelos: Edi Rodrigues
Personal Trainer (Elenco): Daniel Silveira
Assessoria de Imprensa: Davi Brandão
Produção Executiva: Daniel Chiarelli
Coordenação de Produção e Palco: Ivan Gomes
Mídias Sociais: Angel Jackson
Direção e Produção Geral: Marcio Rosario
Realização: Três Tons Visuais
Ingressos: R$ 70,00 inteira, R$ 35,00 meia (mediante apresentação de comprovante)
Horários: QUARTAS E QUINTAS, 21h
Sala: PAULO GOULART – 304 lugares
Gênero: LGBT
Duração: 75 minutos
Classificação: 16 anos
Sinopse:
O texto inédito de Vitor de Oliveira e Carlos Fernando Barros tem em
seus interpretes um elenco harmonioso e de total entrega teatral. Na trama, os atores mergulharam sem rede de proteção em um texto denso que trata da homofobia internalizada e sua possível consequência trágica. A dramaturgia aborda o relacionamento de dois homens, Lucas e Miguel que se encontram presos em um lugar desconhecido e começam a relembrar a trajetória deles, desde a adolescência. Miguel vai estudar em Londres e eles se afastam. Mais de 10 anos depois, ele volta para o Brasil e reencontra Lucas no metrô. Um reencontro que traz à tona sentimentos que até então desconhecia. A relação vai ganhando contornos dramáticos
envolvendo a aceitação da homossexualidade.
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AS MONA LISAS

Tamanto B 400x400 JPEG DE 10 DE JUNHO A 29 de Julho de 2017

Direção e Adaptação: Wilson Coca
Elenco: Eduardo Moreno, Alexandre Luz, Roberto Taty, Viviane Esteves, Marcio Marinello
Produção: Walker Brito e Marcio Marinello
Ingressos: R$ 60,00 inteira, R$ 30,00 meia (mediante apresentação de comprovante)
Horários: Sábados, 22h30
Sala: PAULO GOULART – 304 lugares
Gênero: Comédia
Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos
Sinopse: Faz 13 anos que a comédia As Mona Lisas está em cartaz pelo Brasil.Com texto de Wilson Coca e direção de Sebastião Apolônio, o público vai se divertir com a história de três “gays super divertidos”, Kaká (Eduardo Moreno)um cabeleireiro, Mark (Alexandre Luz) um bancário, e Haroldo (Roberto Taty) um figurinista de TV que dividem um apartamento onde tudo, mas tudo mesmo pode acontecer… Luiza (Viviane Esteves), vendedora de produtos de beleza, se apaixona por Klaus (Márcio Marinelo), um rapaz que é cercado de cuidados pelos três gays como um filho. O tumulto se instala quando dona Ravena, mãe de Kaká, que desconhece a homossexualidade do filho, vai visitá-lo.

As Mona Lisas tem, também, uma responsabilidade social: com muito humor, apela para a perigosa dengue, zika e contra o preconceito.

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