BONITINHA MAS ORDINÁRIA

 

 400_bonitinha DE 01 de JUNHO a 01 de JULHO de 2018

Direção: Luis Artur Nunes
Texto: Nelson Rodrigues
Elenco: Stella Portieri: Maria Cecília/ Cal Titanero: Edgard/ Monique Hortolani: Ritinha/ Josias Souza: Peixoto/ Pedro Paulo Eva: Werneck/ Adão Filho: Leproso. Chofer. Fontainha. Negro 3/ Emerson Natividade: Osíris. Negro 1. Bingo/ Breno Villas Boas: Arturzinho. Alírio. Negro 2/ Ângelo Aleixo: Presidente da Comissão. Coveiro. Alfredinho/ Victoria Blat: Aurora. Teresa/ Taisa Pelosi: Dinorá. Ana Isabel/
Carolina Rossi: Nadir/ Renata Souza: D. Ivete. Velha grã-fina/ Rosa Piscioneri: D Berta. D Ligia/
Assistência de Direção: Mauricio Spina e Carolina Guimarães
Preparação de ator e corporal: Vitor Vieira
Preparação vocal: Cinthya Chaves
Cenografia e Figurino – concepção: Stella Portieri
Costureira: Cely Lopes e Claudia Portieri
Iluminação: Fábio Cabral
Cenotécnico: Gabriel Gombossy
Produção Audiovisual:  Alexandre Ferreira
Foto: Bob Sousa
Foto: Adriana Monteiro – Oficio das Letras Comunicação
Realização:  ANSEC
Ingressos:   R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia)
Horários: Sextas as 21h, Sábados as 19h e Domingos as 20h
Sala: Paulo Goulart – 280 lugares
Gênero: Tragicomédia
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos
Sinopse:  Texto clássico do mais importante dramaturgo Brasileiro, “Otto Lara Resende ou Bonitinha Mas Ordinária” conta a trajetória de Edgard, jovem pobre e ambicioso, que recebe uma proposta irrecusável para subir na vida: Casar-se com a filha de seu patrão, o Dr. Werneck, um milionário devasso e amoral. A moça, Maria Cecília, recém saída do colégio, teria sido violentada em uma situação nebulosa, o que impediria um possível casamento. Apaixonado por Ritinha, sua vizinha, moça simples que não mede esforços para sustentar sua mãe e garantir a manutenção da virgindade de suas irmãs mais novas, Edgard aceita o pacto de casamento, mas será atormentado permanentemente por seus dilemas morais, representados pela frase “O Mineiro só é solidário no Câncer”. Coadjuvado por Peixoto, personagem sem escrúpulos e auto-intitulado mau caráter, ele terá que se decidir entre sua ambição e seus princípios éticos. Repleta de pistas falsas e reviravoltas, o texto de Nelson Rodrigues surpreende pela atualidade, mais de 50 anos após ter sido escrito, nos mostrando a fragilidade do caráter dos homens frente à obsessão pelo dinheiro e à submissão ao poder.

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