BRUTA FLOR

 

BRUTA-FLOR_TAMANHO-B_preview DE 09 de MAIO a 28 de JUNHO DE 2018.

Texto: Vitor de Oliveira e Carlos Fernando de Barros
Direção: Marcio Rosario
Elenco: André Pottes – Fernando Zilli – Carol Marra (Atriz Convidada)
Cenografia e Figurino: Maureen Miranda
Cenotécnico: Reinaldo Patrício
Trilha Incidental: Cida Moreira
Efeitos Sonoros: Pedro Lemos
Desenho de Luz: Gabriel Greghi
Programação Visual: André Pottes
Fotos: Vitor Iemini
Operador de Luz: Gabriel Greghi
Sonoplastia: Jamile Godoy
Camareira e Contra-regragem: Cristina Santos
Direção de Cena: Cris Beltrão
Assessoria de Imprensa: Leandro Lima
Assessoria VIP: Zezzo Fonseca
Mídias Sociais: Três Tons Visuais
Administração, Captação de Recursos e Produção Executiva: Daniel Chiarelli
Direção de Produção: Marcio Rosario
Realização: Três Tons Visuais
Captação de Recursos:
Mídias Sociais: face: brutaflorteatro insta: @brutaflorteatro
Ingressos: 70,00 (inteira) e 35,00 (meia entrada), 30,00 (Classe Teatral com Comprovante), 20,00 (ONGS com venda minima de 10 ingressos)
Horários: QUARTAS E QUINTAS, 21H
Sala: PAULO GOULART – 288 lugares
Gênero: LGBT
Duração: 80 minutos
Classificação: 16 anos – cenas de sexo, nudez e violência doméstica
Sinopse:
BRUTA FLOR, espetáculo teatral com sucesso de Público e Crítica em 2016 e 2017,tem na sua nova formação: André Pottes, Fernando Zilli e Carol Marra (Atriz Convidada) que estreiam em nova montagem de apenas 8 semanas no Teatro Augusta em Maio e Junho.
Bruta Flor tem texto de Vitor de Oliveira e Carlos Fernando de Barros, com
adaptação e direção de Márcio Rosario. O espetáculo tem trilha sonora montada por Cida Moreira e já foi visto mais de dez mil pessoas em 11 meses de temporada!
Mesmo sem leis de incentivo, continuamos a fazer nosso trabalho com a grande parceria de apoiadores culturais, e estamos felizes de poder voltar em nossa sexta temporada com força total tendo o público como nosso maior aliado, comenta o produtor executivo Daniel Chiarelli.
“O texto foi uma encomenda que fiz aos autores em 2016, onde iria apenas dirigir o espetáculo, pois achei que estava na hora de abordar alguns temas delicados que muita gente prefere fazer vista grossa e não abordar, como a Bissexualidade, Preconceito, Homofobia e Violência Doméstica e em 30 dias os autores vieram com esse texto que faz refletir e que tenho orgulho de ter iniciado essa jornada”, comenta Marcio Rosario.
Nessa nova montagem, temos um elenco diversificado, corajoso e que se respeita muito e contar com Carol Marra traz um sonho em realidade que tem a coragem de vida pessoal dando um toque de personalidade a Simone, sua personagem que vive um violência doméstica dentro de um relacionamento que muda drasticamente com o tempo durante sua gravidez.
“Carol chega para uma montagem de Bruta Flor mais madura, com uma força,
graça e dignidade ao nosso trabalho junto com sua beleza, originalidade e senso de humor. Ter uma atriz transgênero no nosso espetáculo deu uma dimensão maior ao nosso trabalho.Minha abordagem está mais profunda e visceral e há uma dose de espiritualidade, humor, erotismo e nudez. Mesmo com receio do que as pessoas iriam achar, logo depois de nossa estreia em 2016, soube de cara que Bruta Flor era a peça que eu queria ter dirigido no final da reta dos ensaios e pela receptividade do público de mais de 10 mil pessoas, tenho a certeza de ter acertado.”, pontua o diretor.
A dramaturgia de Vitor de Oliveira e Carlos Fernando Barros aborda o
relacionamento de dois homens, Lucas e Miguel, que se encontram presos em um lugar desconhecido e que começam a relembrar a trajetória deles, a relação vai ganhando contornos dramáticos, envolvendo a aceitação da homossexualidade de um deles, com um final surpreendente e emocionante, Bruta Flor tem emocionado plateia de diferentes idades durante sua trajetória.
André Pottes que faz o personagem Lucas onde vive um triângulo amoroso com sua esposa, Simone, e seu amigo de infância, Miguel. Lucas é bastante
preconceituoso e conflitante, agressivo, não foi ambicioso a ponto de investir em uma profissão e acaba virando vigia noturno. Quando reencontra Miguel e eles iniciam um caso extraconjugal, Simone passa a ser maltratada e desprezada por ele (mesmo estando grávida de um filho que ele sempre sonhou). Há muitos embates entre Lucas e Miguel, por terem diferentes opiniões e aceitações sobre suas orientações sexuais. Lucas, mesmo estando ao lado de Miguel, não se aceita como gay e ainda julga quem é.

Fernando Zilli interpreta Miguel, é amigo de Lucas, e já na adolescência descobre sua homossexualidade. Durante o acampamento, ele instiga Lucas até que acabam tendo sua primeira relação sexual. Após o ocorrido, eles tomam rumos diferentes na vida. Miguel recebe uma bolsa para estudar em Londres e volta, 12 anos depois, como executivo de uma multinacional inglesa, que decide expandir seus negócios para o Brasil. Devido ao reencontro entre eles, o sentimento forte da adolescência vem à tona e inicia-se uma história, mas Miguel sabe o papel dele nesta relação. Miguel é um personagem descontraído, leve, muito seguro de si e preocupa-se com Lucas.

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