Memória

O Teatro Augusta
Reinaugurado em 99, o Teatro Augusta (antigo Auditório Augusta) totalmente reestruturado após uma completa reforma, que contou com projeto arquitetônico de Ciro Pirondi. O novo espaço oferece conforto, segurança, acústica perfeita, ar-condicionado, fácil acesso, café/bar, galeria de arte, duas salas de espetáculo, jardim aquático de inverno, amplo espaço no hall para acomodar o público, acesso para deficientes, bilheteria informatizada, estacionamento conveniado.

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A História
Fundado em outubro de 1973 e denominado ‘Auditório Augusta’, a cena teatral brasileira abria suas portas para um espaço que tinha como vocação inovar, resistir culturalmente e fazer um teatro de alta qualidade. Logo no início de suas atividades, recebeu o prêmio APCA de espaço cênico.

Seu palco abrigou na estréia o espetáculo ‘El Grande de Coca-Cola’ – com Armando Bogus, Laerte Morrone, Suely Franco e Ricardo Petraglia. Logo em seguida, pela primeira vez no Brasil, apresentou uma peça do filósofo e escritor existencialista Jean Paul Sartre – ‘Entre Quatro Paredes’ um verdadeiro símbolo da época, com Nathália Timberg, Líllian Lemmertz, Luiz Linhares e Antônio Maschio. Outros espetáculos que marcaram época nasceram neste espaço: ‘Orquestra de Senhoritas’; ‘Lição de Anatomia’; ‘Investigação na Classe Dominante’; ‘Crimes Delicados’ e ‘A Noite dos Campeões’. Em 1976 começa a operar sob nova direção, que manteve a ideologia do local, produções como ‘Sinal de Vida’ com Antonio Fagundes e ‘Feliz Ano Velho’ de Marcelo Rubens Paiva, com Marcos Frota e com direção de Paulo Betti, foram os destaques do período.

Em 97, Joaquim Goulartt idealizou o projeto de reforma do espaço, para tanto convidou o arquiteto Ciro Pirondi e outros simpatizantes da causa (para a revitalização do espaço). Foi então fundada a Associação de Amigos do Teatro Augusta, que contou com o apoio de importantes personalidades: Irene Ravache, Rosi Campos, Marcelo Rubens Paiva, Antunes Filho, Humberto Magnani, Antônio Abujamra, Bete Coelho, Petrônio Gontijo, Danilo Santos de Miranda, José Miguel Wisnick, Sábato Magaldi, Paulo Mendes da Rocha e Daniela Thomas.

Três anos depois (em junho de 99) o espaço rebatizado de ‘Teatro Augusta’ abre suas portas com a estréia de ‘Medeia’ e o premiado infantil ‘Cegonha, Avião… Mentira Não!’ em seguida grandes sucessos de público e critica criam residência.

De outubro de 2002  a 2014 o Teatro Augusta, passa a ser administrado pelo produtor artístico André Ferreiras. Em 2015, ele passa para as mãos dos atores Tiago Pessoa e Luciana Garcia, que com espírito jovem e empreendedor lançam um novo olhar sobre o espaço.